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Casos de zoofilia são registrados em SearaCinco casos de pessoas que mantém relações sexuais com animais estão sendo tratados em Seara
O fim dos tabus sexuais coincide com a evolução da sociedade. Alguns temas, no entanto, continuam proibidos e são pouco abordados.
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Pouco comentados, mas de alguma forma presente em muitas famílias, as parafilias - um padrão de comportamento sexual onde, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade – tem ganhado destaque com novelas e casos registrados em todo mundo. De acordo com o psiquiatra Max Schwoelk Neto, que atende semanalmente em Seara, os casos de parafilias acontecem predominantemente com homens e envolvem pessoas de todas as idades. A psicóloga Claudia Fantin esclarece que a parafilia só é caracterizada como doença quando essa for a única forma de sexualidade da pessoa e quando ela recorre a outras formas de sexualidade para obter prazer sexual, e essas são fracassadas. A especialista informa ainda que uma parafilia deve ser diferenciada do uso eventual de fantasias sexuais, comportamentos ou objetos como estímulo para a excitação sexual. “Sendo esses considerados parafílicos apenas quando levam ao sofrimento, são obrigatórios ou interferem nos relacionamentos”. DoençaA psicóloga explica que uma pessoa pervertida é aquela que se sente atraída por aquilo que é socialmente proibido, inaceitável. “Psicologicamente, a perversão sexual foi caracterizada pelos desvios de objetivos ou finalidade sexuais, ou seja, tudo aquilo que se desvia da relação sexual convencional é uma forma não adequada de praticar o sexo em sua forma humana”. ProblemaSegundo ela, a grande diferença é que, no caso de parafilia, a pessoa se angustia e depende dessa fantasia ou comportamento para obter satisfação e prazer. “Esses comportamentos sexuais estão fora da adequação e aceitação social. Fora isso, podem expor a pessoa a reprovações sociais e internas, como medo e culpa”. Há casos de sexo com animais em Seara O psiquiatra Max Schwoelk informou que existem muitos tipos de parafilias. A psicóloga Cláudia Fantin diz que “aqui na unidade, os casos mais comuns são de pedofilia, zoofilia (sexo com animais), fetichismo (quando geram conflitos entre o casal) e sexo virtual, que nada mais é que uma forma de masturbação, mas o perigo é que a pessoa deixa de viver o real”. Em Seara, são cinco casos de Zoofilia em tratamento. Existem outros que são de conhecimento dos profissionais, mas que a família ou indivíduo não buscou ajuda. De acordo com a psicóloga, em algumas situações a pessoa é pega com os animais e a família acaba tendo nojo, expõe preconceito e julga o indivíduo. Nos casos registrados no município, a relação é mantida com porcos e galinhas. Fonte: Rádio Aliança
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Anúncios /classificados comentáriosAnônimo em 19/04/2012 19:51 kkkk isso é uma piada
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